A Inteligência Artificial deixou de ser experimental. Em 2026, mais de 78% das organizações globais já utilizam IA em suas operações. No Brasil, ferramentas como ChatGPT, Copilot e modelos preditivos já fazem parte do dia a dia.
O problema é que apenas 27% das empresas brasileiras possuem políticas formais de governança em IA.
O que está em jogo
Empresas que utilizam IA sem governança correm riscos concretos:
- Risco regulatório: o PL 2338/2023 avança no Congresso, exigindo classificação de riscos e transparência
- Risco de privacidade: colaboradores podem inserir dados confidenciais em ferramentas de IA sem controle
- Risco reputacional: decisões automatizadas com viés podem gerar discriminação
- Risco contratual: grandes empresas já exigem evidências de governança de IA de seus fornecedores
O que é governança de IA na prática
Governança de IA não é burocracia — é estrutura. Na prática, significa ter:
- Um inventário dos sistemas de IA utilizados
- Uma política clara de quando e como a IA pode ser usada
- Avaliação de riscos para cada aplicação
- Processos de aprovação para novas ferramentas
- Treinamento da equipe sobre uso responsável
Como começar
O primeiro passo é um diagnóstico: mapear quais sistemas de IA sua empresa já utiliza e classificar o risco de cada um.
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